Ontem, 16 de março, meu amigo e xará Luiz me presenteou com dois queijos de sua queijaria. O frescal usamos no café. Esse queijo já fez a alegria de muitos funcionários da Petrobrás. Eu vendia cerca de 200 queijos de meio quilo nos anos 90 e muitos de 1 quilo. Havia um freguês, ou melhor, um funcionário de um freguês que pedia assim: um sêco e um na pôça. O sêco era o meia cura de Paraíba do Sul, o na pôça era o frescal de Miguel Pereira, do meu amigo Luiz, Sítio Solidão, que vinha com um pouco de sôro.
O outro presente foi um queijo mussarela bolinha temperado, que está esperando sua ocasião.
Em sua loja encantei-me com um queijo curado, com cheiro de manteiga, R$ 15,00 o quilo. Hoje abri um Casa Perini Tanat, algumas códeas de pão e o queijo do meu amigo, o curado, às 10 horas. Às 13 horas o vinho acabou. Eu adoto a política de terra arrasada. A primeira coisa que faço é jogar a rolha fora.
Veio o almoço. Comida de pobre. Arroz, feijão, bife, salada, inhame. Água? Não, não sou tão pobre assim. Abri um Courmayeur cabernet franc, bem inferior ao tanat Casa Perini. Atravessou o almoço e está dando suporte a mais umas porções do queijo curado. Pronto, acabou. O vinho. O queijo ainda não. Mas de amanhã não passa.
19 Outubro, 2007 at 5:28 pm
Estou procurando um jeito de entrar em contato com o Luiz Francisco Castro de Menezes, do sítio Solidão em Miguel Pereira. Fiquei sabendo numa revista especializada que ele está produzindo queijos do tipo Serra da Estrela, os meus favoritos! Gostaria de conversar com ele e possivelmente visitar a queijaria, já que também sou produtora de queijos. Poderia me ajudar?
18 Dezembro, 2007 at 9:50 am
Olá a todos,
queria agradecer pelos comentários sobre os produtos por nós fabricados.
Vi que existem pessoas querendo fazer contato conosco, como a Heloísa, fica aqui então o registro para tal.
sac@sitiosolidao.com.br
(24) 2484-2404 / 9968-8689 Bernardo.