Ontem, 16 de março, meu amigo e xará Luiz me presenteou com dois queijos de sua queijaria. O frescal usamos no café. Esse queijo já fez a alegria de muitos funcionários da Petrobrás. Eu vendia cerca de 200 queijos de meio quilo nos anos 90 e muitos de 1 quilo. Havia um freguês, ou melhor, um funcionário de um freguês que pedia assim: um sêco e um na pôça. O sêco era o meia cura de Paraíba do Sul, o na pôça era o frescal de Miguel Pereira, do meu amigo Luiz, Sítio Solidão, que vinha com um pouco de sôro.
O outro presente foi um queijo mussarela bolinha temperado, que está esperando sua ocasião.

Em sua loja encantei-me com um queijo curado, com cheiro de manteiga, R$ 15,00 o quilo. Hoje abri um Casa Perini Tanat, algumas códeas de pão e o queijo do meu amigo, o curado,  às 10 horas. Às 13 horas o vinho acabou. Eu adoto a política de terra arrasada. A primeira coisa que faço é jogar a rolha fora.
Veio o almoço. Comida de pobre. Arroz, feijão, bife, salada, inhame. Água? Não, não sou tão pobre assim. Abri um Courmayeur cabernet franc, bem inferior ao tanat Casa Perini. Atravessou o almoço e está dando suporte a mais umas porções do queijo curado. Pronto, acabou. O vinho. O queijo ainda não. Mas de amanhã não passa.