A música é uma das minhas preferências. E apesar de ter tentado ser um violonista, cantor lírico e pianista me faltou o principal, o talento, aquele sopro divino com o qual você nasce. Forçar os limites só vai trazer transpiração. O talento não precisa disso, ele faz tudo com naturalidade. Restou-me admirar os que têm talento. Vou apresentar alguns aqui. Começo com Stanley Jordan, que tem uma forma peculiar de tocar guitarra. A rigor ele não precisa nem de pianista nem de baixista pois inventa essas vozes no seu instrumento. Vejamos a interpretação da obra dos Beatles, Eleanor Rigby.